verbo encarnado • corpo que anuncia • arte que ora Nasci onde o mangue toca a terra — e carrego nas mãos a memória do sal, da carne e da promessa.
Meu corpo é meu arquivo. Minha arte é oração. Meus gestos são rituais.
Caminho com o vermelho do sangue, o branco do ventre e o azul do mar que ainda me chama.
Tudo o que crio nasce da latência: um sussurro, um grito, um fio de lã que liga o invisível ao visível.
Aqui, você não encontrará apenas obras. Encontrará presenças.
Seja bem-vindo a este espaço onde a arte se ajoelha e o verbo se ergue. João Cóser — artista, corpo, altar.